Sem o prever
os olhos regressam ao silêncio das águas
avançam sobre a limpidez da manhã
como dedos a procurar a luz
ou um sopro de vida
a (re)vestir o verso.
Fecham os últimos caminhos de sombra
entregam-se como brisas
subitamente sol
e corpo
na pulsação do mar.
Porque estes versos são o mar. E há tanto mar
a poder ser grito, pássaro, flor
ou cor estridente.
Há tanto mar para ser navio
e sonhar o tempo.
BL
Na verdade
ResponderEliminarBj
" E há tanto mar
ResponderEliminara poder ser grito, pássaro, flor
ou cor estridente."
ou poema, ou arte de ser palavra - como aqui.
abraço amigo
Mel