Há sempre flores que se abrem onde não esperamos mesmo no quarto onde o corpo aprende a ser noite ou às vezes é apenas uma janela que não sabe fechar o que sente nem sabe o nome das flores. Então recolhe as pétalas no enigma do silêncio legado da permanência de sílabas adormecidas no fundo de uma lua até que a rota dos pássaros saiba explicar os lugares que abrem para sempre os sítios do sol íntima geografia da inocência das manhãs.