Penso em ti
à distância da voz
cíclica construção de azuis
aroma perfeito
a inventar promessas
inocentemente sufocadas
por dentro das veias.
Atravesso
a misteriosa filigrana
dos sonhos e apercebo-me
da luz a demandar
infinitos fugidios.
Dir-te-ei dos pássaros indomáveis
moldados nas lembranças.
Escrevo no olhar
ausências e regressos
e, em silêncio, retomo
o invisível gesto de amadurar o tempo
que me nasce dos dedos.
BL
Bom ano
ResponderEliminarde preferência com um pauzinho
na engrenagem
Sempre na luz dos seus dedos
Sublime o teu poema Brígida...abençoado gesto, que amadura o tempo que te nasce nos dedos...
ResponderEliminarBeijinhos e Bom Ano!